Descrição
O Teatro Savoia é o teatro histórico de Campobasso, ao lado da catedral da Santíssima Trindade: uma sala à italiana dos anos 1920, com quatro ordens de camarotes, estuques dourados e grandes afrescos que celebram o Molise e os samnitas.
Por fora, o edifício tem linhas simples e regulares, animadas pelo ferro batido art nouveau das sacadas, janelas e luminárias do coroamento: entrelaçados, espirais sinuosas e motivos florais.
A entrada e o foyer foram afrescados por Arnaldo De Lisio em 1925, com cenas de Campobasso, do Molise e da vida cotidiana. Daqui duas escadas sobem aos camarotes.
A plateia em ferradura é coberta por uma abóbada pintada, também por De Lisio, com um grande afresco: O Triunfo dos Samnitas. As balaustradas dos camarotes são decoradas com estuques dourados e com putti na altura das colunas.
Entre a plateia e o palco, o fosso da orquestra acomoda até quarenta músicos. A sala tem pouco mais de 400 lugares.
O teatro mudou de nome e de forma várias vezes. No seu lugar ficava o Teatro Margherita, inaugurado em 20 de novembro de 1894 depois do incêndio do teatro anterior da cidade: era de madeira, revestido de tijolos e estuque, e recebia seiscentas a setecentas pessoas.
Nos anos 1920, no terreno do Margherita, surgiu um grande complexo com um hotel, um banco, banhos públicos e lojas. O novo Teatro Sociale, projetado por Leonardo Paterna Baldizzi, abriu em 1926 com a Tosca de Puccini.
Recebeu o nome de Teatro Savoia quando passou a um novo proprietário, Raffaele Colitti. Em 1993 a Província o comprou e mandou restaurá-lo: afrescos recuperados e maquinário moderno para transformar rapidamente plateia e palco.
O teatro restaurado reabriu em 25 de março de 2002, na presença do presidente da República Carlo Azeglio Ciampi, com um concerto da Orquestra Sinfônica do Molise.
Por fora, o edifício tem linhas simples e regulares, animadas pelo ferro batido art nouveau das sacadas, janelas e luminárias do coroamento: entrelaçados, espirais sinuosas e motivos florais.
A entrada e o foyer foram afrescados por Arnaldo De Lisio em 1925, com cenas de Campobasso, do Molise e da vida cotidiana. Daqui duas escadas sobem aos camarotes.
A plateia em ferradura é coberta por uma abóbada pintada, também por De Lisio, com um grande afresco: O Triunfo dos Samnitas. As balaustradas dos camarotes são decoradas com estuques dourados e com putti na altura das colunas.
Entre a plateia e o palco, o fosso da orquestra acomoda até quarenta músicos. A sala tem pouco mais de 400 lugares.
O teatro mudou de nome e de forma várias vezes. No seu lugar ficava o Teatro Margherita, inaugurado em 20 de novembro de 1894 depois do incêndio do teatro anterior da cidade: era de madeira, revestido de tijolos e estuque, e recebia seiscentas a setecentas pessoas.
Nos anos 1920, no terreno do Margherita, surgiu um grande complexo com um hotel, um banco, banhos públicos e lojas. O novo Teatro Sociale, projetado por Leonardo Paterna Baldizzi, abriu em 1926 com a Tosca de Puccini.
Recebeu o nome de Teatro Savoia quando passou a um novo proprietário, Raffaele Colitti. Em 1993 a Província o comprou e mandou restaurá-lo: afrescos recuperados e maquinário moderno para transformar rapidamente plateia e palco.
O teatro restaurado reabriu em 25 de março de 2002, na presença do presidente da República Carlo Azeglio Ciampi, com um concerto da Orquestra Sinfônica do Molise.